06/10/2017 • 20:08

Novo "Blade Runner" continua 1º filme

Longa do diretor Dennis Villeneuve dá sequência ao clássico de 1982, de Ridley Scott
Como será o futuro? Em 1982, o filme “Blade Runner – O Caçador de Androides” tentou dar essa resposta ao vislumbrar como a população e as cidades estariam em 2019. Um novo longa, em cartaz nos cinemas, retrata a continuação dessa história, no ano de 2049. O dilema, no entanto, ainda é o mesmo. Se os androides chegaram a ter o poder de amar e de se rebelar, qual seria a diferença entre eles e os seres humanos?
  O primeiro filme, dirigido por Ridley Scott (de “Perdido em Marte”, 2015, e da franquia “Alien”), contou a história de Deckard (Harrison Ford). Ele vive em 2019 e trabalha como blade runner, espécie de policial cuja missão é exterminar androides que passaram dos limites. Ou seja: em vez de apenas obedecer aos homens, as máquinas começaram a se rebelar. Na trama, Deckard mantém sua missão até que se apaixona por uma replicante – nome dados aos androides. Agora, Harrison Ford volta a representar o mesmo personagem.
  Vários anos se passam e muita coisa acontece. O novo “Blade Runner 2049”, agora com a direção de Dennis Villeneuve (de “A Chegada”, 2016), passa rapidamente por alguns fatos, que foram melhor retratados em curtas disponíveis na internet. Um dos marcos da história é um blecaute que apagou todos os dados do planeta Terra. Além disso, a fabricação de androides ficou proibida por um tempo, até que um novo formato, mais obediente, foi desenvolvido.
  A questão é que edições antigas de androides ainda circulam por aí e é dever da polícia “aposentá-las”. Na história atual, o protagonista K. (Ryan Gosling) é um deles. Androide obediente, da nova linha, ele sai à caça dos veteranos. Quando se depara com o replicante Sapper Morton (Dave Batista), K acaba abrindo os arquivos de um segredo que ficou escondido por 30 anos. Há uma criança híbrida – mistura de humano com androide – circulando por aí. A notícia assusta a chefe da polícia (Robin Wright), que manda K exterminar todo e qualquer vestígio dessa história.

 

Visionário

 

Entre 2019 e 2049, a proibição de androides levou à falência a empresa fabricante, Tyrell, retratada no primeiro filme. Em 2049, um novo empresário, Wallace, vivido pelo ator Jared Leto, já havia retomado a frente da fabricação de máquinas mais obedientes. O ator descreve seu personagem como uma mistura de vários magnatas visionários, como Steve Jobs e Bill Gates.
“Wallace salvou o planeta da fome, entende o que tem de ser feito para a manutenção da espécie humana”, afirma o ator. Para Wallace o mundo precisa dos androides. “Não o vejo como vilão. Ele tem fé em suas capacidades de levar o planeta até aonde acha que tem de ir”, defende Leto. (FOLHAPRESS)

 

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06/10/2017 • 20:08

Novo "Blade Runner" continua 1º filme

Longa do diretor Dennis Villeneuve dá sequência ao clássico de 1982, de Ridley Scott

Como será o futuro? Em 1982, o filme “Blade Runner – O Caçador de Androides” tentou dar essa resposta ao vislumbrar como a população e as cidades estariam em 2019. Um novo longa, em cartaz nos cinemas, retrata a continuação dessa história, no ano de 2049. O dilema, no entanto, ainda é o mesmo. Se os androides chegaram a ter o poder de amar e de se rebelar, qual seria a diferença entre eles e os seres humanos?
  O primeiro filme, dirigido por Ridley Scott (de “Perdido em Marte”, 2015, e da franquia “Alien”), contou a história de Deckard (Harrison Ford). Ele vive em 2019 e trabalha como blade runner, espécie de policial cuja missão é exterminar androides que passaram dos limites. Ou seja: em vez de apenas obedecer aos homens, as máquinas começaram a se rebelar. Na trama, Deckard mantém sua missão até que se apaixona por uma replicante – nome dados aos androides. Agora, Harrison Ford volta a representar o mesmo personagem.
  Vários anos se passam e muita coisa acontece. O novo “Blade Runner 2049”, agora com a direção de Dennis Villeneuve (de “A Chegada”, 2016), passa rapidamente por alguns fatos, que foram melhor retratados em curtas disponíveis na internet. Um dos marcos da história é um blecaute que apagou todos os dados do planeta Terra. Além disso, a fabricação de androides ficou proibida por um tempo, até que um novo formato, mais obediente, foi desenvolvido.
  A questão é que edições antigas de androides ainda circulam por aí e é dever da polícia “aposentá-las”. Na história atual, o protagonista K. (Ryan Gosling) é um deles. Androide obediente, da nova linha, ele sai à caça dos veteranos. Quando se depara com o replicante Sapper Morton (Dave Batista), K acaba abrindo os arquivos de um segredo que ficou escondido por 30 anos. Há uma criança híbrida – mistura de humano com androide – circulando por aí. A notícia assusta a chefe da polícia (Robin Wright), que manda K exterminar todo e qualquer vestígio dessa história.

 

Visionário

 

Entre 2019 e 2049, a proibição de androides levou à falência a empresa fabricante, Tyrell, retratada no primeiro filme. Em 2049, um novo empresário, Wallace, vivido pelo ator Jared Leto, já havia retomado a frente da fabricação de máquinas mais obedientes. O ator descreve seu personagem como uma mistura de vários magnatas visionários, como Steve Jobs e Bill Gates.
“Wallace salvou o planeta da fome, entende o que tem de ser feito para a manutenção da espécie humana”, afirma o ator. Para Wallace o mundo precisa dos androides. “Não o vejo como vilão. Ele tem fé em suas capacidades de levar o planeta até aonde acha que tem de ir”, defende Leto. (FOLHAPRESS)

 

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